domingo, 31 de julho de 2011

SÉRIE 13 ANOS - Bodas de Renda



Luar minha vida

Meu sorriso se abriu de manhã
Junto com o sol
Olhei ao lado e vi a mais bela paisagem
Eu vi o mar
Nos teus olhos vi
Também o luar
Que me faz sorrir

SÉRIE 13 ANOS - Bodas de Renda



Teu Olhar


Quem conhece teu olhar
Não pode negar
É marcante, profundo e, quando quer provocante
Atrai-me, na verdade chega quase a me enlouquecer
Ou será que me enlouqueceu?
Impossível de esquecer
Quando teus olhos estão a observar obras de arte
Tudo a sua volta fica opaco, sem cores; sem definição; sem assinatura... Sem artistas...
Apenas teu olhar prevalece...
Desespero-me só de pensar em não te ver e não olhar em teu olhar...
Teu olhar sorri, fala... E me diz muitas coisas que me levam a sonhar
E acreditar que a força de teu olhar me faz enxergar a vida com os olhos do coração.


Ribamar Lima


sexta-feira, 29 de julho de 2011

SÉRIE 13 ANOS - Bodas de Renda



Minha vidinha

Quando é para falar de ti
Me engasgo
Me embaraço
Me meto  num laço
Porque basta um abraço
E o homem já enfraquece
Vira menino
Carente sorrindo
Perdendo-me em teus olhos
Vendo-me em teu olhar
O ar... Pra quê ar?
Já não respiro perto de ti
Logo já não existo ante tua beleza
E bondade           
Que me trás tanta felicidade...
E alivio para uma dor que outrora sentia.
E a alegria de poder estar contigo
Ser mais que um amigo
É infinita...
DEUS me agraciou
E para quem não acredita em anjos
Posso te provar que eles existem 
Casei-me com um...
Chama-se Thais e me faz muito feliz...

                                                                            Ribamar Tadeu de Lima

SÉRIE 13 ANOS - Bodas de Renda


Meu Universo

Adoro ver teus lindos olhinhos verdes quando olho para trás e vejo seu rostinho
Pilotando minha moto fico a pensar com você presa a mim
Tem algo dentro de meu ser que embora queira expressar não consigo, pois não encontro palavras, metáforas...
Você é tão especial, tão maravilhosa...
Você me faz rir, chorar, brincar, refletir...
Estou ligado a você
Na verdade posso afirmar que somos parte um do outro
Quando estou longe de ti me sinto perdido
Do universo banido.


Ribamar Tadeu de Lima

segunda-feira, 25 de julho de 2011

FOLHAS SECAS


Como folhas secas
Vi pessoas jogadas ao chão
Que caíam das imponentes árvores de pedra
Lançadas ao nada
Pelos ventos de longe encarceradas
Pelos de perto abandonadas
Como folhas secas pisadas
Nada mais se ouve
A não ser ruídos
De quando se pisa em folhas secas
Sendo assim
São facilmente levadas pelo vento
Pelo menos sairão do relento


Ribamar Tadeu de Lima   

domingo, 24 de julho de 2011

MINHAS CADEIRAS



Cadeira
Uma cadeira
Várias cadeiras

Uma cadeia
Várias cadeias

Sento e medito
Descanso
Escrevo
Relaxo
Cochilo
Mas não me esqueço daquilo
Não estou dormindo
Apenas descansando...
Minha mente trabalha
Enquanto descanso minhas cadeiras


Ribamar Tadeu de Lima

O QUE FAREMOS POIS A RESPEITO DESTAS COISAS?

http://jornalistanasarjeta.blogspot.com/2011/07/machu-picchu-na-tv.html?spref=fb

ACESSEM!!

LEIAM SOBRE MACHU PICCHU...

OPINIÃO

Prezados amigos e leitores

Por favor, ajudem-me opinando...
Preferem este novo visual do blog ou o antigo?
Ainda estou trabalhando para tornar este ambiente o mais agradável possível.
Conto com suas opiniões, serão de grande valia.

Obrigado e vivam a poesia a cada dia!

Riba

sexta-feira, 22 de julho de 2011

http://www.revista.agulha.nom.br/casi.html

Dica do Final de Semana

Saiba mais sobre Casimiro de Abreu.


...Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!

terça-feira, 19 de julho de 2011

MEU SERTÃO!


Meu Sertão
Meu sertão, cadê ocê?
Donde tá o Pererê?
Não sei lá nem sei de quê...
Nem sei o que “vô” “dizê”...

Quando “óio pra ocê”
Vejo o chumbo e a garrucha
A ferraria e a ucha.
Os menino soltando pipa
Ou buscando água na bica
As minina na cozinha
Ajudando Dona Lola, minha vozinha
Que agia com rigor...
Sua forma de demonstrar amor
Alaide, pequenina, tava brincando com as amiga:
“O cirquinho de laranjeira...”.
A entrada era um palito
Que agitava a brincadeira
Tiãozinho de trolinho...
Apostando com manezinho
Ataíde no meio do mato,
Correndo atrás de passarinho
Sueli de colo ainda, bebezinho, mas que linda!
Terezinha e Esmeralda já cuidavam de outros temas
O tempo passa, este é o lema...
Onofrinho que o diga, o mais velho, espertinho!

Mas que turminha agitada!

No sertão a vida é assim
Juruaia te quero pra mim

Seu João Cândido, Oh, Dotô...
Delegado, pur favô!
Com esta história de amô
Já prendeu meu coração
Pois é Pai...
É meu avô!

Escrevi este texto em homenagem à familia Souza, familia de minha mãe (Alaide), minha familia. Sr. João Cândido era meu Avô homem bom e honesto. Refiro-me a pererê lembrando-me das estórias contadas por minha mãe acerca de sua infância e juventude. Senti muito prazer em ao menos tentar expressar um pouco da saga dos Souza.
Amo minha familia! (Ribamar Tadeu de Lima)

quinta-feira, 14 de julho de 2011


Riam de Mim


Riam de mim
Mas riam com vontade, a ponto de darem gargalhadas
Não como riem de uma piada sem graça
Contada por alguém importante
Importante?
Eu é que o sou!
Faço a muitos sorrirem...
E não preciso contar nenhuma mentira para tal
Riam com gosto!
Divirtam-se as minhas custas
Isso me fortalece
Por que quando me julgarem fraco
Serei forte
Quando me julgarem incapaz
Conquistarei
E quando me julgarem louco
Por causa de meus sorrisos
Serei apenas eu mesmo
Terei sido protagonista
Embora me julgassem apenas mais um figurante
Não mudo minhas atitudes por causa do calor da torcida
Alcançarei meus objetivos
Enquanto esqueciam-se dos seus...Para rirem de mim

Ribamar Tadeu de Lima








quinta-feira, 7 de julho de 2011




LUA CHEIA



LUA, NUA E CRUA
TUA VERDADE INSINUA
TEU REFLETIR ME REMETE
TEU BRILHO FRIO ME AQUECE
FAZ MUDAR MEU HUMOR
QUE MUITAS VEZES ENTRISTECE
SIGO TUAS FASES E A TODAS ADMIRO
MAS A QUE MAIS ESPERO E PREFIRO
É ESSA...
TÃO VERDADEIRA!
POSSO OLHAR-TE A NOITE INTEIRA
E MESMO AO AMANHECER
PARECE TER PENA DE MIM
DEIXA-ME VÊ-LA UM POUCO MAIS
FAZ-ME PENSAR BEM MAIS NO SIM
OUTRORA NÃO
OUTRORA ALHEIA
LUA MINHA, LUA CHEIA

RIBAMAR T. DE LIMA