segunda-feira, 14 de novembro de 2011


Queria Ver-te


Queria ver-te
Ainda que por um momento ter-te
Sentir todo teu calor ao tocar-te
Cheirar teus cabelos e neles embaraçar-me
Beijar-te, Beijar-te, Beijar-te...
E como arte modelar teu corpo

Fazer-me de louco ainda que por um pouco
Para despertar a loucura que há em ti

Despir-me, para mergulhar neste mar que são teus olhos
Afogar-me na tua boca e abrigar-me em teus lábios

Respirar o mesmo ar que respiras
E sussurrar em teus ouvidos
Como quem fecha os olhos e tem uma inspiração

Amar-te até desfalecer-te
Amar-te até desfalecer-me
Ninar-te, só pra ter o prazer de vê-la dormir
E tê-la em meus braços para que eu possa sorrir.


Ribamar Lima

quinta-feira, 13 de outubro de 2011



Quem sou?

Quem sou?
Não se assuste com minha resposta
Ora peso, ora ileso,
Bondade ou maldade
Tristeza e saudade
Mentira ou verdade?

Momento
Pensamento
Sentimento
Ressentimento

Doçura e amargura
Alegria e loucura
Minha mente me tortura

Afinal, quem sou?

Paz ou tormento
Ação e descontentamento
Já não sou eu por um momento

Mas, se amo, amo mesmo!
Não falo isso a esmo
Sei quem sou
E quando digo isso sou eu mesmo.
Na verdade, descubro minha identidade
Quando olho nos olhos da mulher amada
Minha eterna namorada

Quando sinto o calor de seu sorriso
Tão belo que me da paz
Como um paraíso

Quando estou perto dela
Sei quem sou
Pois ninguém sabe ao certo quem é
Faltando-lhe um pedaço...
Estando distante de si mesmo.

Ribamar Lima

sábado, 8 de outubro de 2011



SERVIDÃO

Servidão,
Entre o sim e o não sua escolha
O ser livre decide sobre muitas coisas nesta vida
O estar livre te faz conquista-las.
Já as tem em seu próprio cosmo, seu próprio punho.
Se ainda duvidas da liberdade com a mesma intensidade com que acredito
Ainda necessitas de aprender a servir.

Ribamar Lima

sexta-feira, 30 de setembro de 2011


ESTRADA
Acreditar numa promessa é como percorrer com minha moto pela estrada para o leste, num fim de tarde de um dia ensolarado, à frente a noite e, no retrovisor um belo entardecer... Sei que lá meu norte está.
Meu sol há de nascer...

Ribamar Tadeu de Lima

sexta-feira, 16 de setembro de 2011



O Algoz

Onde está o algoz?
Alguém o viu?
E o menino que sorria?
Fugiu?
Banzo, banzeiro
A história e um fogareiro
Um homem e um guerreiro
Um velho de alma jovem
Suas lembranças são jovens
Nos detalhes requintados alguém ouviu
A crueldade do algoz que já sumiu
Já sumiu?


Ribamar T. de Lima

terça-feira, 13 de setembro de 2011


Tempo


Ah tempo... Tempo tenho, tempo tento, tenho intento.
Tento, tento, mas lamento.
Não fiz valer o momento, desperdicei... Que tormento...

Durmo sonho, acordo e continuo sonhando.
Acho que nem durmo mais, pois passo as noites acordado.
Às vezes acho que na verdade ainda nem acordei devido ao fato de viver sonhando

Descontrole, desmotivo, incentivo, emotivo, curativo...

Já há algum tempo tenho um motivo
Desejo de um salto oblíquo sem medo, sem sentido... Voar, voar...
Rasgar o céu infinito num contra tempo aflito
Na contra mão das estações como um pássaro desnorteado
Mas se não sou um pássaro preciso por meus pés no chão...
Mas vôo com a alma, com meu coração...
E se consigo imaginar consigo também te encontrar
Pois melhor é te achar nos meus pensamentos e desta forma vencer o tempo
A ter que ver o tempo passar sem ter você.



Ribamar Tadeu de Lima

terça-feira, 6 de setembro de 2011



Cruzeiro do Sul

Num tempo não muito distante
Onde a malícia ainda era inocente
A singeleza de coração ainda era jovem
Pessoas respeitavam-se, cumprimentavam-se
Abraçavam-se e olhavam-se sem acusações...
Podíamos andar tranquilamente pelas ruas, sem medo da chuva ou do sol
Acompanhados ou a sós
Nossas gargantas sem noz
E nossas mãos e pernas também...
Vivíamos uma utopia ou uma realidade que acreditávamos ser verdade...
De nossas bocas saem letras “embaralhadas” que nós, incansavelmente, como num jogo de palavras cruzadas, tentamos nos fazer entender a quem tem dificuldades com um problema de dislexia interminável, proposital e tal...
Se olharmos bem numa linha do tempo imaginária
Numa sequência ordinária
Na verdade
Ora dominados pelo verde
Ora dominados pelo amarelo...
Por que não nos deixamos “conduzir” pelo Azul?
Para que aí sim, com Ordem e Progresso possamos apreciar a beleza do Cruzeiro do Sul?

Ribamar Lima

domingo, 4 de setembro de 2011



Levantai oh! Portas

Quantas vezes, quando estamos em casa à noite
E o vento começa nos intimidar, ao soprar portas e janelas
O medo que nos amedronta nos faz sucumbir ante a incerteza
Uma dúvida toma conta do ambiente
O que há lá fora além do vento?
Checamos trincas, acendemos luzes...
Quando tudo o que mais queríamos naquele momento
Era abrir a porta e nos certificarmos da ausência do perigo
Hoje deixei a porta aberta, e querem saber? Não senti medo.
O vento não apareceu para soprar a porta... Ela estava aberta...
Ele só aparece quando existe alguma “porta” ou “janela” para balançar...
“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. (Apocalipse 3:20ª22).

Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará. Salmos 37:5



Ribamar Tadeu de Lima


QUEM QUER GANHAR VIDAS? COMENTE AQUI OU NO FACE, VAMOS ENTÃO?
NÃO VAMOS DEIXAR APENAS NAS PALAVRAS... VAMOS PARA A AÇÃO!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Humilde homenagem a todos os apaixonados pela liberdade e também ao Motor-Ide, o Moto Clube que tenho a honra de participar...   Acessem: http://www.motor-ide.zip.net/

ÁGUA DA VIDA


O motociclista é como água, que busca seu caminho.
Se encontra um obstáculo logo acha uma saída, mesmo que espere um pouco buscando o melhor trajeto, por certo o encontrará...
Ora acumula, ora dispersa.
Vez calma, vez pressa...
A água não pode parar, tem de fluir! E se por acaso se dividir,
Existe um propósito belíssimo... Da parte do Altíssimo, de onde partem as permissões
que movem nossos corações
Nós, motociclistas, somos seres humanos, com sonhos e planos.
Mas sobre duas rodas tal limite ultrapassamos...
Somos "heróis", que ao brilhar dos faróis no asfalto reluzente, vamos em busca da semente... Que plantamos todos os dias...
Passarinho voa amigo! Mas volta para seu ninho, pois ali tem filhotinho. Tem a esposa e mãe guerreiras que aguardam com carinho.
Motoboy, motociclista, motoqueiro.
Olhem a pista...
Está livre se quiser...
Pois no Zig-Zag da vida
O comboio segue...
Nosso líder vai à frente para mostrar a direção
O Ferrolho auxiliando corrigindo a posição
Ele cuida do rebanho para manterem a formação
Nunca paramos! A não ser para ajudar...
Continua "nosso" Motor...  IDE é o nosso clamor...
Desta forma:
Acelerando com atenção,
Guardando o coração, “Nesta longa estrada da vida" Só paramos para ajudar!
tendo cuidado com cada espinho
Pois nossa missão essencial, essa não pode falhar...
E nós continuamos seguindo a JESUS
Pois ELE é nosso Caminho


Ribamar Tadeu de Lima

sexta-feira, 26 de agosto de 2011



Tilim, Tilim

Tilim, tilim
No tilintar do meio dia alguém sorriu
No tilintar da meia noite alguém chorou
No tilintar da madrugada eu acordei
E o tilim que eu ouvia era o amor
Tilim, tilim, tilim tilim
Eu acordei pensando assim
Eu tilintava por você
Será que você por mim tilim?
Ribamar T. de Lima



terça-feira, 23 de agosto de 2011

quinta-feira, 18 de agosto de 2011



Como Uvas

Tentei poetizar, porém não consegui
Tentei achar palavras, rimas...
Mas não as encontrei
Tentei colher uvas maduras, esticando meu braço...
Mas desisti...
Sentei-me e observei quase tudo ao meu redor...
Preparei meu cesto, e...
Quando as frutas resolveram, eu cochilava..
E despertei com o estatelar das tais sobre minha cabeça,
Olhei para o céu e agradeci...
Comi com tanto gosto que sua tinta manchava meus dedos,
E no papel em que os enxugava
Gravaram sua cor, cheiro e sabor
Como se deve ser uma boa poesia,
Despertando os sentidos,
Realidade e fantasia.


Ribamar Tadeu de Lima

sábado, 13 de agosto de 2011





Carvalho de Justiça



Uma árvore nasceu, seu tipo um carvalho; madeira nobre! Na natureza apenas mais uma árvore, para a humanidade a necessidade de seu verde, de sua vida. Para DEUS sua criação.
A árvore cresceu, deu flores e frutos e também serviu de abrigo para pássaros, onde ali fizeram seu ninho, homens descansaram sob sua sombra, bem como seus animais.
Uma criança nasceu: um homem, seu tipo um Rei, homem nobre, filho de carpinteiro de família bem humilde. Para a natureza seu criador, para a humanidade seu salvador e a necessidade de sua vida, morte e ressurreição, para DEUS, FILHO.
O carvalho foi cortado, trabalhado por um carpinteiro, sua sombra acabou os passarinhos foram embora procurar outro abrigo.
O menino cresceu, se tornou homem e a muitos abrigou, protegeu e curou. Foi preso e maltratado, numa cruz foi pendurado; feita do mesmo carvalho que um dia o dera sombra. Estavam ali novamente: juntos!!
Nenhum dos dois reclamou. A árvore ficou sem seu verde, o homem sem sua vida, mas tanto o homem quanto o carvalho deixaram sua lição, do carvalho se fez a cruz e do HOMEM A SALVAÇÃO.


Ribamar Tadeu de Lima

terça-feira, 9 de agosto de 2011



Apatia


Hoje acordei meio apático
Talvez pelo simples fato de ser sistemático
Hoje, serei assertivo, pragmático
Mas por favor!
Não me julguem se acaso amanhã eu estiver sorridente
Meio atrapalhado e prolixo em minhas respostas,
Apresentando sintomas de bipolaridade virando-lhe as costas
Mas não sou volúvel nem volátil
Acredito ser versátil
Pois na vida prefiro a quase tudo me adaptar
A ter aquela velha opinião formada sobre tudo
E em nada me encaixar
Deixando um rastro pela metade
Nem mentira... nem verdade.


Ribamar Lima


quinta-feira, 4 de agosto de 2011


Obra santa

Não sou santo!
Sou santeiro!
Disse o homem de fala e aparência simples
Talho madeira
Olho as pessoas, a natureza, os animais...
E com muita fé concluo minhas obras
Pego a madeira que já não é mais madeira
Mas pele, osso...
Chega a transpirar, misturando-se ao meu suor
As vezes sangra em minhas mãos, misturando-se ao meu sangue
Mas não sou santo!
Sou santeiro!
E apesar de fazer do toco um “santo”
Não faço milagre, pois não lhe dou vida, apenas minha experiência e inspiração
Se fizesse milagre eu seria santo
Mas sou santeiro!
E os “santos” que faço apesar de não viverem levam um pouco da minha vida.
Moldo o barro
Água e terra
E minhas mãos os modelam conforme meu querer
Faço-lhes bocas, mãos, pés, olhos...
Mas não lhes dou o essencial
O sopro de vida
Apenas os seco ao vento e ao sol
Não sou “santo”
Sou santeiro
Não tenho o poder de tornar alguém ou algo santo
Santeiro é apenas um título
Não um mandato com poderes supremos outorgados do alto
Pode a criatura ser maior que seu criador?
Sou santeiro não santificador!
Quem fez o barro?
A água?
O homem?
Não posso fazer uma de minhas esculturas bater asas e voar como a águia
Nem mesmo cacarejar como uma galinha
Somente fazer com que elas despertem no homem a imaginação
E ele mesmo crie em seu mundo sua própria ilusão
O bem ou o mau estão em suas próprias decisões
E se eu quiser ser santo posso alcançar esta dádiva
Mas por enquanto só sou santeiro
Vivo num mundo repleto de “esculturas” que me levam a pensar, imaginar...
Sei quem as fez e este sim é Santo
E apesar de eu não ser, tenho em mim um pouco de sua vida,
Também derramou seu suor e seu sangue para me dar uma nova forma
Pois aquele que vivificou ao barro se tornou como uma de minhas esculturas
Para que eu me tornasse uma de suas.

Ribamar T. de Lima

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

SÉRIE 13 ANOS - Bodas de Renda

Hoje, minha esposa Thais e eu comemoramos treze anos de casados e, queremos compartilhar parte dessa alegria com vocês, através de alguns textos que escrevi.

DEUS É BOM EM TODO O TEMPO... GLÓRIA SEJA A ELE ETERNAMENTE, AMÉM...

domingo, 31 de julho de 2011

SÉRIE 13 ANOS - Bodas de Renda



Luar minha vida

Meu sorriso se abriu de manhã
Junto com o sol
Olhei ao lado e vi a mais bela paisagem
Eu vi o mar
Nos teus olhos vi
Também o luar
Que me faz sorrir

SÉRIE 13 ANOS - Bodas de Renda



Teu Olhar


Quem conhece teu olhar
Não pode negar
É marcante, profundo e, quando quer provocante
Atrai-me, na verdade chega quase a me enlouquecer
Ou será que me enlouqueceu?
Impossível de esquecer
Quando teus olhos estão a observar obras de arte
Tudo a sua volta fica opaco, sem cores; sem definição; sem assinatura... Sem artistas...
Apenas teu olhar prevalece...
Desespero-me só de pensar em não te ver e não olhar em teu olhar...
Teu olhar sorri, fala... E me diz muitas coisas que me levam a sonhar
E acreditar que a força de teu olhar me faz enxergar a vida com os olhos do coração.


Ribamar Lima


sexta-feira, 29 de julho de 2011

SÉRIE 13 ANOS - Bodas de Renda



Minha vidinha

Quando é para falar de ti
Me engasgo
Me embaraço
Me meto  num laço
Porque basta um abraço
E o homem já enfraquece
Vira menino
Carente sorrindo
Perdendo-me em teus olhos
Vendo-me em teu olhar
O ar... Pra quê ar?
Já não respiro perto de ti
Logo já não existo ante tua beleza
E bondade           
Que me trás tanta felicidade...
E alivio para uma dor que outrora sentia.
E a alegria de poder estar contigo
Ser mais que um amigo
É infinita...
DEUS me agraciou
E para quem não acredita em anjos
Posso te provar que eles existem 
Casei-me com um...
Chama-se Thais e me faz muito feliz...

                                                                            Ribamar Tadeu de Lima

SÉRIE 13 ANOS - Bodas de Renda


Meu Universo

Adoro ver teus lindos olhinhos verdes quando olho para trás e vejo seu rostinho
Pilotando minha moto fico a pensar com você presa a mim
Tem algo dentro de meu ser que embora queira expressar não consigo, pois não encontro palavras, metáforas...
Você é tão especial, tão maravilhosa...
Você me faz rir, chorar, brincar, refletir...
Estou ligado a você
Na verdade posso afirmar que somos parte um do outro
Quando estou longe de ti me sinto perdido
Do universo banido.


Ribamar Tadeu de Lima

segunda-feira, 25 de julho de 2011

FOLHAS SECAS


Como folhas secas
Vi pessoas jogadas ao chão
Que caíam das imponentes árvores de pedra
Lançadas ao nada
Pelos ventos de longe encarceradas
Pelos de perto abandonadas
Como folhas secas pisadas
Nada mais se ouve
A não ser ruídos
De quando se pisa em folhas secas
Sendo assim
São facilmente levadas pelo vento
Pelo menos sairão do relento


Ribamar Tadeu de Lima   

domingo, 24 de julho de 2011

MINHAS CADEIRAS



Cadeira
Uma cadeira
Várias cadeiras

Uma cadeia
Várias cadeias

Sento e medito
Descanso
Escrevo
Relaxo
Cochilo
Mas não me esqueço daquilo
Não estou dormindo
Apenas descansando...
Minha mente trabalha
Enquanto descanso minhas cadeiras


Ribamar Tadeu de Lima

O QUE FAREMOS POIS A RESPEITO DESTAS COISAS?

http://jornalistanasarjeta.blogspot.com/2011/07/machu-picchu-na-tv.html?spref=fb

ACESSEM!!

LEIAM SOBRE MACHU PICCHU...

OPINIÃO

Prezados amigos e leitores

Por favor, ajudem-me opinando...
Preferem este novo visual do blog ou o antigo?
Ainda estou trabalhando para tornar este ambiente o mais agradável possível.
Conto com suas opiniões, serão de grande valia.

Obrigado e vivam a poesia a cada dia!

Riba

sexta-feira, 22 de julho de 2011

http://www.revista.agulha.nom.br/casi.html

Dica do Final de Semana

Saiba mais sobre Casimiro de Abreu.


...Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!

terça-feira, 19 de julho de 2011

MEU SERTÃO!


Meu Sertão
Meu sertão, cadê ocê?
Donde tá o Pererê?
Não sei lá nem sei de quê...
Nem sei o que “vô” “dizê”...

Quando “óio pra ocê”
Vejo o chumbo e a garrucha
A ferraria e a ucha.
Os menino soltando pipa
Ou buscando água na bica
As minina na cozinha
Ajudando Dona Lola, minha vozinha
Que agia com rigor...
Sua forma de demonstrar amor
Alaide, pequenina, tava brincando com as amiga:
“O cirquinho de laranjeira...”.
A entrada era um palito
Que agitava a brincadeira
Tiãozinho de trolinho...
Apostando com manezinho
Ataíde no meio do mato,
Correndo atrás de passarinho
Sueli de colo ainda, bebezinho, mas que linda!
Terezinha e Esmeralda já cuidavam de outros temas
O tempo passa, este é o lema...
Onofrinho que o diga, o mais velho, espertinho!

Mas que turminha agitada!

No sertão a vida é assim
Juruaia te quero pra mim

Seu João Cândido, Oh, Dotô...
Delegado, pur favô!
Com esta história de amô
Já prendeu meu coração
Pois é Pai...
É meu avô!

Escrevi este texto em homenagem à familia Souza, familia de minha mãe (Alaide), minha familia. Sr. João Cândido era meu Avô homem bom e honesto. Refiro-me a pererê lembrando-me das estórias contadas por minha mãe acerca de sua infância e juventude. Senti muito prazer em ao menos tentar expressar um pouco da saga dos Souza.
Amo minha familia! (Ribamar Tadeu de Lima)

quinta-feira, 14 de julho de 2011


Riam de Mim


Riam de mim
Mas riam com vontade, a ponto de darem gargalhadas
Não como riem de uma piada sem graça
Contada por alguém importante
Importante?
Eu é que o sou!
Faço a muitos sorrirem...
E não preciso contar nenhuma mentira para tal
Riam com gosto!
Divirtam-se as minhas custas
Isso me fortalece
Por que quando me julgarem fraco
Serei forte
Quando me julgarem incapaz
Conquistarei
E quando me julgarem louco
Por causa de meus sorrisos
Serei apenas eu mesmo
Terei sido protagonista
Embora me julgassem apenas mais um figurante
Não mudo minhas atitudes por causa do calor da torcida
Alcançarei meus objetivos
Enquanto esqueciam-se dos seus...Para rirem de mim

Ribamar Tadeu de Lima