terça-feira, 19 de julho de 2011
MEU SERTÃO!
Meu Sertão
Meu sertão, cadê ocê?
Donde tá o Pererê?
Não sei lá nem sei de quê...
Nem sei o que “vô” “dizê”...
Quando “óio pra ocê”
Vejo o chumbo e a garrucha
A ferraria e a ucha.
Os menino soltando pipa
Ou buscando água na bica
As minina na cozinha
Ajudando Dona Lola, minha vozinha
Que agia com rigor...
Sua forma de demonstrar amor
Alaide, pequenina, tava brincando com as amiga:
“O cirquinho de laranjeira...”.
A entrada era um palito
Que agitava a brincadeira
Tiãozinho de trolinho...
Apostando com manezinho
Ataíde no meio do mato,
Correndo atrás de passarinho
Sueli de colo ainda, bebezinho, mas que linda!
Terezinha e Esmeralda já cuidavam de outros temas
O tempo passa, este é o lema...
Onofrinho que o diga, o mais velho, espertinho!
Mas que turminha agitada!
No sertão a vida é assim
Juruaia te quero pra mim
Seu João Cândido, Oh, Dotô...
Delegado, pur favô!
Com esta história de amô
Já prendeu meu coração
Pois é Pai...
É meu avô!
Escrevi este texto em homenagem à familia Souza, familia de minha mãe (Alaide), minha familia. Sr. João Cândido era meu Avô homem bom e honesto. Refiro-me a pererê lembrando-me das estórias contadas por minha mãe acerca de sua infância e juventude. Senti muito prazer em ao menos tentar expressar um pouco da saga dos Souza.
Amo minha familia! (Ribamar Tadeu de Lima)
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário